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jun 2010 02

O álbum “Até que a morte não separe” do Libra, lançado recentemente pela Sony & BMG tem co-produção CARLOS TRILHA.
A gravação de bateria, baixo, teclados, cordas, voz, backing vocals, efeitos e mixagem final foi realizado no Estúdio Órbita.

Segundo o site Rock Underground Magazine, Libra : O Gothic Doom Nacional Com Cara Britânica!

Vale destacar que o álbum conta a participação especial de Aaron Stainthorpe, vocalista do My Dying Bride.

Mário Martinelli entrou em contato com Aaron Stainthorpe através da gravadora da banda britânica, uma das maiores lendas do Doom Metal. Ele enviou algumas músicas do futuro CD e a letra da canção “Ninguém Ama Ninguém” traduzida para o inglês. Aaron não só curtiu o som do Libra como se identificou com a letra e narrou um poema para ser colocado na música.
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jun 2010 01

Texto de Braulio Lorentz

O grupo quer aproveitar a exposição do Mada. Para isso, os integrantes apressam a finalização de sua estréia para lançar seu CD no evento que impulsionou a carreira do também carioca Detonautas Roque Clube.

– É possível lançar em agosto, pois já tocamos em shows praticamente todas as músicas que estarão no CD, chegamos com os arranjos prontos – explica o vocalista. – Baixo e bateria já foram gravados nos estúdios do produtor Carlos Trilha. Optamos por gravar essa parte do disco com ele, porque gostamos do tipo de som que ele tira. São os primeiros alicerces de um CD de rock.

Trilha – que já trabalhou com Lobão, Los Hermanos, Ana Carolina, Legião Urbana e Pedro Luis e a Parede – assina como produtor no primeiro CD do Macanjo, ainda sem nome definido, e já confirmou que vai fazer a mixagem e masterização do trabalho. A seleção inclui músicas como “Pensando bem” e “Arlequim”.

– Adoro as composições deles. O Macanjo tem alguma coisa a mais em relação aos outros artistas. As músicas emocionam. É isso que me pegou no show e me pegou aqui no estúdio. Eles tocam superbem. É um prazer – declara Trilha.

O produtor do quarteto diz que tem um jeito bem particular de trabalhar, que fez com que eles se identificassem com sua proposta.

– Gosto de microfonar e estar presente em todas as etapas – conta Trilha. – O mais comum é a partir de um certo ponto largar. Tenho interesse pela parte técnica. Meu estúdio não é padronizado, não é de locação. É apenas para meu próprio uso.

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